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Elisabete Carvalho

Itaocara

Sucesso na estréia dos Contadores de História em Itaocara

Resgatando o passado de Itaocara, onde histórias eram contadas para as crianças nas praças da cidade e assim formando adultos pensantes, o projeto "Contadores de História" estreou neste domingo (19) na Praça da Geografia, na Beira Rio. 

O primeiro dia de contação de histórias foi classificado como sucesso pela estudante de Pedagogia e jornalista Paula Erthal, idealizadora do resgate do projeto. A contação de histórias já existia em Itaocara na época do então prefeito Drº Carlinhos, na década de 1970.

 "Nós fizemos uma releitura, um resgate desse projeto. Só que na época, a contação de histórias era realizado pela Prefeitura, e existia uma contadora [Cristina Lannes], que era funcionária da Prefeitura. Já o atual projeto é voluntário, são amigos que se uniram em prol da causa", explica Paula.

 Da Prefeitura o único apoio é o espaço cedido para a reunir as crianças. "Na semana passada eu estive na Prefeitura porque o prefeito me convidou após saber do projeto e se interessou em ajudar. Ele quer reformar a praça para gente" disse Paula. Realizado por Paula e outras vinte contadoras, o "Contadores de Histórias" é sem fins lucrativos. "Sem apoio político, sem apoio de nada. São os próprios participantes que arcam com os gastos.", completou. Após cinco reuniões, este domingo foi dia de por em prática. Dezenas de crianças puderam entrar no mundo da imaginação e acompanhar a história de uma onça sapeca e teimosa que se meteu em apuros após desobedecer sua mãe. Acompanhando os filhos, os pais também estavam atentos à história. 

"Foi muito positivo, eu não esperava que viessem tantas crianças. Foi tudo meio confuso porque começamos agora e, a gente tem que ajustar muitas coisas. Mas foi bacana, espero que todos tenham gostado", disse Paula, ao ser indagada sobre o resultado do primeiro dia. Paula agradeceu a todos que compareceram e às meninas que pegaram e compraram a ideia. "Quando pensei na possibilidade de montar o projeto eu sabia que seria uma coisa que não teria como fazer sozinha e queria muito que a gente desenvolvesse.

Quando coloquei a ideia no Facebook, prontamente várias pessoas vieram falar que queriam ajudar, que queriam entrar comigo no projeto. E é uma coisa que assim... a gente faz porque ama. O que aconteceu aqui, agora, é o retorno que a gente tem. Você repara os olhinhos das crianças, todo mundo impressionado com a historinha." concluiu. Contadores de Histórias Para Paula, um adulto pensante é feito quando ainda criança.

 "A partir do momento que você começa a desenvolver nele o gosto pela leitura, a curiosidade, você está formando um adulto pensante. Acredito que é essa a nossa ideia." explica a estudante de Pedagogia. O Contatores de Histórias também tem como objetivo despertar nas crianças o hábito da leitura e estimular a formação de valores, como amizade, respeito, entre outros. Além disso, reaproveita a Beira Rio, uma bela área da cidade pouco utilizada. 

O encontro acontece todos os domingos na Praça da Geografia, a partir das 10h. Qualquer criança pode participar e os pais podem acompanhar de perto


Fotos Elisabete Carvalho

















































Operação da PF faz buscas e apreensões em investigação sobre Belo Monte

Entre os alvos estão um filho do senador Edison Lobão e o ex-senador pelo Pará Luiz Otávio; operação desta quinta se baseia em provas obtidas na Lava Jato.

A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (16) uma operação, batizada de Leviatã, para cumprir mandados de busca e apreensão nas casas e escritórios de pessoas investigadas por propina na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A Leviatã se baseia em provas coletadas na Operação Lava Jato.

Entre os alvos da operação, segundo a Polícia Federal, estão o ex-senador pelo PMDB do Pará Luiz Otávio e o filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Márcio Lobão. Os mandados da Leviatã, foram expedidos pelo ministro Edson Fachin do STF.

As buscas estão relacionadas a um inquérito que corre no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar pagamento, por parte das empresas do consórcio de Belo Monte, de 1% dos valores das obras da usina ao PT e ao PMDB.

O ex-ministro do STF e antigo relator da Lava Jato, Teori Zavascki, morto em janeiro, havia separado investigações sobre corrupção setor elétrico, o chamado eletrolão, da operação original. O inquérito sobre Belo Monte já estava sob relatoria de Fachin antes mesmo de ele suceder Zavascki como relator da Lava Jato.

Histórico

Em maio de 2016, o STF autorizou abertura de inquérito para investigar Edison Lobão por desvios na obra de Belo Monte. À época do pagamento das supostas propinas ele era ministro de Minas e Energia.

Em junho, foi aberto inquérito, pelo mesmo motivo, para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

Todos são suspeitos pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por suposto recebimento de propina em contratos da obra.

A investigação das suspeitas de pagamento de propina na construção da hidrelétrica de Belo Monte foi autorizada por Fachin com base na delação premiada de Luiz Carlos Martins, funcionário da empreiteira Camargo Corrêa, dentro da Operação Lava Jato.

As suspeitas sobre Calheiros, Jucá, Raupp e Barbalho surgiram nos relatos feitos pelo senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) no acordo de delação premiada assinado por ele.

O procurador-geral ressaltou ao Supremo que Luiz Carlos Martins apontou somente Edison Lobão como beneficiário de vantagens indevidas, mas que Delcídio mencionou outros supostos destinatários da propina.

Na época da abertura dos inquéritos, todos os investigados negaram recebimento de dinheiro ilegal.

O leilão da hidrelétrica foi vencido pela Norte Energia, formado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) - subsidiária da Eletrobras -, Construtora Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, entre outras empresas. Entretanto, a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht acabaram contratadas para a construção da usina.

Maior projeto brasileiro no setor elétrico, Belo Monte tem a conclusão das obras prevista para janeiro de 2019. O investimento estimado é de R$ 28,9 bilhões. >>>>FONTE

Conheçam Diego Che, do erudito ao popular, Bombando na internet com mais de 1 milhão de visualizações

Minha paixão pela música é algo declarado, normalmente quando encontro um tempinho para publicar no blog é referente há algum evento ou artista ligado a esse meio.
Um dia desses, enquanto passeava entre as postagens de uma rede social, o vídeo de um violinista me chamou a atenção, como sou louca por esse instrumento fiquei curiosa para assistir, foi quando me deparei com um músico talentoso, jovem, carismático e capaz de reproduzir num instrumento erudito, um repertório super diversificado, popular, numa perfeição surpreendente, fazia todo o sentido 1 milhão de visualizações (isso mesmo, 1 MILHÃO!).
Meu tino jornalistico não se conteve(rs), em muito pouco tempo descobri que fora das câmeras e por trás daqueles óculos escuros existia mais do que um músico absurdamente talentoso, mas, uma pessoa com uma história linda, um exemplo de força de vontade, dedicação, um cara tão gentil, solicito e educado que a cada conversa que temos aumenta minha admiração por ele.
Fiz o convite para fazermos uma matéria e para minha alegria ele prontamente aceitou! Então, para os que ainda não tiveram a oportunidade de conhece-lo, lhes apresento Diego Che!
Diego Nascimento, conhecido como Diego Che, tem 29 anos, oriundo de São Paulo Capital, nascido e criado no Sapopemba, um bairro simples e humilde, assim como sua família, o que garante não ter sido empecilho para desfrutar de uma infância proveitosa, simples e feliz.

Quando perguntei sobre a influencia musical, nosso artista afirmou ser muito eclético, (o que realmente podemos constatar quando assistimos os vídeos em sua página, existe uma gama de ritmos). Diego foi criado num ambiente musical, apesar de não ter músicos na família, a melodia sempre esteve muito presente em sua vida, seja pelo gosto do pai que ouvia variados rits internacionais, tendendo para os bailes dos anos 60 e 70 ou para o de sua mãe, que escutava bandas nacionais como "Só pra Contrariar" e "Raça Negra".

Sua curiosidade pelo violino se pronunciou muito cedo, seu pai conta que aos 3 anos quando Diego escutava o instrumento pelo rádio ou tv ficava aficionado, procurando de onde vinha aquele som extasiante. Devido a dificuldade financeira e por ser um instrumento tão distante da realidade do "menino da favela", ficava complicado imaginar que um dia seria possível aprender e desenvolver essa paixão.

Mas, quando as coisas estão destinadas, elas simplesmente acontecem, a mãe de Diego começou a participar de uma igreja evangélica, na época ele estava com 8 anos, nesta igreja havia uma escolinha de música com orquestra, e lá davam aulas de violino, onde teve a chance de estudar e desenvolver o seu dom, em muito pouco tempo já se destacava entre os demais, sendo o mais novo da orquestra e com um talento gigantesco era o "xodozinho" da igreja, com o tempo e incompatibilidade de pensamento, Diego deixou de frequentar a igreja e consequentemente a orquestra, mas se mostra muito agradecido e fala com muito carinho sobre a qualidade musical e o valor do ensinamento naquele momento de sua vida, com a simplicidade de reconhecer que se não fosse por eles com certeza não teria tido a oportunidade de aprender a tocar, devido a origem e situação financeira de sua família na época.

A vida seguiu e Diego foi atrás do que todo garoto que busca um futuro digno deveria fazer, estudou muito, aliás o estudo sempre foi um aliado para o nosso músico, seu interesse pelo aprendizado e força de vontade fez com que aos 16 anos já estivesse terminando o 2º curso técnico em escolas bem concorridas de São Paulo, o menino humilde de escola pública competindo por um espaço com outros alunos vindos de escolas mais preparadas, mas isso nunca o assustou ou desanimou, pelo contrário, ele sempre soube que o estudo seria o que o levaria para uma vida melhor, logo após cursou mecatrônica, informática...
"A gente que é de família simples tem que prezar pelo que é certo", diz Diego quando conta que naquela época não tinha quem o orientasse para a possibilidade de ter a música como seu material de trabalho, que poderia viver deste dom e se consagrar como músico profissional e bem sucedido.
Diego entrou para faculdade de Publicidade e encontrou na profissão, uma outra paixão que pode proporcionar maior conforto e estabilidade a sua vida, neste momento a música era apenas um "hobby", uma brincadeira, mas nunca deixou de estar presente.

Há uns 3 anos atrás, em casa assistindo vídeos pela internet, foi surpreendido por um violinista gringo que tocava uma música popular e ficou encantado com a ideia de reproduzir músicas que estivessem ao alcance de todos, o que para ele seria interessantíssimo já que possui o que chamam de "ouvido absoluto" (capacidade de perceber e dar nome a cada uma das notas que chega ao seu ouvido, tornando possível reproduzir a música sem partitura, apenas tendo escutado poucas vezes. Uma em cada 10.000 pessoas possuem essa habilidade). 


Os amigos sempre o estimulavam a produzir e postar vídeos, até que enfim, resolveu fazer, produziu um vídeo despretensioso para os amigos curtirem, sem a intenção ou projeção de algo para isso, o que ele não esperava é que no dia seguinte da postagem acordaria com o celular travado e com 700.000 visualizações no seu primeiro vídeo, ele ficou assustado e sem entender direito o que estava acontecendo, começou a postar mais músicas, era algo gratificante por ser uma paixão de infância mas nunca pensou em lidar com isso como profissão ou abandonar seu emprego financeiramente positivo, para viver de música. A brincadeira foi ficando séria e em 4 meses apenas, já tinha vídeo seu postado na página do "Cifras" com 1.500.000 visualizações, resolveu montar a sua própria página para quem quisesse curtir sua música e desta forma disseminar a arte, outros vídeos foram replicados em outras páginas também renomadas e muitas portas foram se abrindo para nossa artista.

Mas a vida, como sempre, surpreendeu nosso músico, pouco tempo antes ele teve um problema de saúde e precisou se afastar da empresa que trabalhava, toda preocupação da entrega a música e de prejudicar seu trabalho como publicitário agora estavam em risco por um problema sério que teve na coluna, Diego se ausentou de tudo para fazer o tratamento, abandonou a página por um ano, dedicando seu tempo a saúde e quando pode voltar ao trabalho foi demitido. 

A música que antes era hobby poderia ser nesse momento tudo o que ele tinha e precisava, começou a trabalhar incansavelmente com dedicação e o êxito veio, vivendo do que se ama e tendo retorno financeiro.
Sua página cresce de forma constante e diária, atingindo uma visibilidade inesperada, sendo sondada por artistas ja consagrados na mídia, como Maiara e Maraisa, Henrique e Juliano, Banda Polo, a banda de Reggae americana SOJA e tantos outros artistas e fã-clubes, inclusive esta semana recebeu um contato especial da mãe da dupla Maiara e Maraisa, pedindo a produção de um vídeo.

A paixão pela música, pelo violino que sempre esteve presente em sua vida, agora é o que a torna mais especial e concreta.
Muitos convites para eventos estão surgindo e tenho certeza que é apenas o começo de uma história linda de dedicação, superação, estudo, talento e sucesso! A prova que as adversidades da vida podem ser superadas quando a vontade da conquista é construída com uma base sólida, de amor e humildade.
Um cara que transmite mais do que talento e um som delicioso para nossos ouvidos, ele consegue transmitir uma energia boa que o torna ainda mais especial! Virei fã! >>>>>>FONTE

Matéria Paula Erthal!



Contato:
Diego Che
facebook: www.facebook.com/diego.che.che
Instagram:@diegocheche
e-mail: diego.nascimento5@gmail.com
tel.: (11)97062-2045 / (11)2143-3503

Correios esperam adesão de 5 mil em PDV e planejam fechar 200 agências

O Plano de demissão voluntária lançado pelos Correios recebeu até o momento a adesão de 3 mil funcionários e a expectativa é que o número chegue a pelo menos 5 mil, segundo o presidente da estatal, Guilherme Campos.

Em meio à mais grave crise financeira de sua história, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) planeja também fechar cerca de 200 agências neste ano, além de uma série de medidas de redução de custos e de reestruturação da folha de pagamentos.

A empresa acumula dois rombos de R$ 4 bilhões nos últimos dois anos. Os Correios fecharam o ano passado com prejuízo em torno de R$ 2 bilhões, após registrar perdas de R$ 2,1 bilhões em 2015. "Estamos trabalhando para reverter esse quadro. O objetivo é colocar a empresa no azul neste ano", disse o presidente ao G1.

Cortes

Aberto em janeiro, o Plano de Desligamento Incentivado para Aposentados (PDI) tem como público-alvo os empregados com mais de 55 anos, com tempo de serviço para requerer aposentadoria. O prazo para adesão termina nesta sexta-feira (17).

Inicialmente, a expectativa era ter de 6 mil a 8 mil adesões, com economia anual de R$ 700 milhões a R$ 1 bilhão. Agora, a meta foi reduzida. “A nossa expectativa é ficar em torno de 5 mil. Só os 3 mil que já aderiram já representam uma economia anual da ordem de R$ 400 milhões”, afirmou Campos.

Segundo ele, mesmo com a adesão menor, outras medidas complementares ajudarão a empresa a reduzir os seus custos para voltar a gerar resultados operacionais positivos.

Só com cortes de funções e cargos comissionados, a empresa diz ter conseguido uma economia da ordem de 20% na folha de pagamentos de janeiros.

Os Correios contam com 117 mil empregados atualmente.

Fechamento de agências

Segundo os Correios, o fechamento de cerca de 200 agências acontecerá sobretudo nos grandes centros urbanos. "Estamos fazendo um processo de otimização onde houver superposição de agência, inclusive para poder aproveitar os reflexos do PDI”, explicou Campos.

Os Correios acompanham o movimento de racionalização e corte de pessoal que também está sendo feito por bancos estatais como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Em tempos de recessão e rombo recorde nas contas públicas, o governo tem incentivado esses programas de desligamento voluntário, até mesmo para tentar afastar a necessidade de aporte federal em estatais em dificuldades financeiras.

Levantamento publicado pelo G1 no mês passado mostrou que programas de cortes em estatais já tiveram a adesão de mais de 37 mil funcionários em 2 anos e que novos planos anunciados podem gerar mais de 22 mil cortes adicionais.


Reajuste de tarifas

Outro reforço no caixa dos Correios deverá vir de um reajuste das tarifas postais nos próximos meses. A estatal afirma que há uma necessidade de um aumento da ordem de 7% por causa do represamento das tarifas em anos anteriores, quando não houve repasse integral da inflação.

“Existe uma demanda nossa por um resto de recuperação de tarifas, que já foi encaminhado em janeiro para o Ministério do Planejamento", explica o presidente. “Estamos aguardando”.

Para Campos, outro ponto fundamental para reestruturar o orçamento dos Correios é encontrar um novo formato para o plano de saúde dos funcionários dos Correios, o Postal Saúde. Segundo ele, este custeio é o responsável pela maior parte do déficit registrado nos últimos anos.

Pelo modelo, a estatal arca com 93% dos custos dos planos de saúde e os funcionários com 7%. “Estamos negociando com os trabalhadores, com os sindicatos, buscando uma alternativa. Nos moldes que está é impossível de ser mantido”, diz.

Apesar de afirmar ter ficado assustado com a desorganização encontrada na administração da empresa, o presidente dos Correios diz acreditar na recuperação e viabilidade da operação e afirma que a privatização nas está nos planos do governo.

"Do ponto de vista de negócios, querer privatizar nesse momento seria entregar a empresa praticamente de graça", diz. "O desafio de se fazer tudo aquilo que não foi feito em 10 anos. Esse aqui tem que ser o ano da virada.”