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» » Em reunião do Conselho de Administração, Petrobras não chega a consenso sobre baixas contábeis

RIO - A Petrobras decidiu que publicará o balanço do terceiro trimestre do ano passado sem incluir as baixas contábeis relativas aos casos de corrupção que estão sendo investigados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava-Jato, segundo uma fonte ligada à companhia. A decisão foi tomada após reunião do Conselho de Administração, que foi presidida pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, e durou mais de sete horas - das 14h até por volta de 21h10. A estatal já havia adiado a publicação de seu balanço por duas vezes.

— O processo feito para realizar a baixa não conseguiu separar os valores relativos à corrupção, à ineficiência e aoutros fatores como chuvas, que causam atrasos nas obras — disse essa fonte, que, por isso, decidiu-se não fazer as baixas, após uma reunião “muito tensa”.

Esse valor de baixas contábeis é referente ao que foi pago em propinas a ex-funcionários da Petrobras, entre eles Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento. A Petrobras usou como base os depoimentos feitos durante a delação premiada à Justiça Federal de ex-funcionários da estatal e executivos do setor envolvidos no esquema de corrupção no âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF).

No fim de dezembro, a Petrobras também proibiu a contratação de 23 empresas envolvidas em supostos esquemas de cartel para a obtenção de contratos na estatal. Na lista estão companhias como Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão, Odebrecht, UTC, Mendes Júnior, entre outras. A Petrobras também é alvo de diversos processos judiciais nos Estados Unidos e alvo de investigação da CVM, Securities Exchange Comission (SEC, a CVM dos EUA) e o Departamento de Justiça dos EUA.

Entre as várias medidas que estão sendo aplicadas pela companhia no sentido de combater à corrupção, está a criação da diretoria de Governança da estatal, cujo diretor é João Elek, que tomou posse semana passada.Leia mais

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