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» » Planalto tenta blindar Dilma de fragilidade no setor energético-Corte de energia afeta estados do Norte, Sul, Sudeste e Centro-Oeste

SP, RJ, ES, MG, PR, RS, SC, GO, DF, MS, MT e RO ficaram sem luz.
Redução na energia foi feita a pedido do Operador Nacional do Sistema.

Distribuidoras de energia em estados das regiões Norte, Sul, Sudeste e Centro-Oeste disseram que reduziram o fornecimento de luz na tarde desta segunda (19) após uma orientação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o órgão responsável pela gestão de energia no país.
Em São Paulo, passageiros do Metrô tiveram que caminhar pelos túneis por causa da interrupção da circulação dos trens após o corte de energia G1 confirmou, até o momento, que houve falta de luz em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.
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O Palácio do Planalto tenta blindar a presidente Dilma Rousseff do noticiário negativo sobre a falta de energia em mais de 10 estados e no Distrito Federal. A determinação é deixar todo esclarecimento para o Operador Nacional do Sistema, o ONS. Até mesmo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, foi orientado a não falar sobre o tema para não colocar o governo no foco. 

A preocupação em blindar Dilma não é por acaso. Durante a campanha eleitoral do ano passado, ela garantiu que não havia risco de racionamento no país. No governo Lula, Dilma foi a principal responsável por comandar a área energética.

Apesar das negativas oficiais do governo, há a constatação em setores da área energética de que o sistema está fragilizado. Ou seja, não é só uma questão de temperatura elevada e falta de chuvas. Há uma carga excessiva de consumo, mas também existe o reconhecimento que o sistema energético brasileiro está desestruturado, sem capacidade de fazer novos investimentos.

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