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» » Chove no Cantareira e nível do sistema passa de 10,8% para 11,1%

Rodízio pode não ser necessário, mas não está descartado, diz Sabesp.
Entre os demais sistemas, apenas o Rio Grande caiu nesta quinta-feira.

Voltou a chover no Cantareira pelo segundo dia seguido e o volume dos reservatórios passou de 10,8% para 11,1% nesta quinta-feira (26), segundo boletim diário divulgado pela Sabesp. Nesta terça (24), o conjunto de represas recuperou o 2º volume morto, mas o ritmo de alta desta semana vem sendo menor que o da semana passada.

Além da chuva atipicamente alta para fevereiro, 47% acima da média histórica para o mês todo, o sistema se beneficia do aumento da vazão dos rios que desaguam em seus reservatórios.

A menor captação de água nas represas e a redução de pressão na rede em São Paulo também contribuem para a alta. A captação, segundo o diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato, caiu de 31,8 metros cúbicos por segundo para 14 metros cúbicos por segundo. Já a diminuição de pressão, considerada pela empresa como a medida mais importante para poupar água, chegou a ficar abaixo do ecomendado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Rodízio
Em sessão da CPI da Sabesp realizada nesta quarta-feira (26) na Câmara Municipal, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, afirmou acreditar que não será necessária a implantação de um rodízio de água na Grande São Paulo.

"Minha percepcão é que não será necessário fazer rodízio. Porque eu fiz contas de quanta água temos em estoque, de quais os cenários de quanta água pode chegar e de quanta água está saindo", afirmou, ressaltando não ser possível garantir que não haverá rodízio." Leia mais

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