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» » Graça Foster Renunciou - No comando da Petrobras, quem será, será - Veja os 5 cotados para o cargo

Uma surpresa e muitas dúvidas. A renúncia da presidente da Petrobras, Graça Foster, e mais cinco diretores, pegou o país de calças curtas. A informação foi divulgada dois minutos antes da abertura do mercado, ou seja, sem dar tempo para que a novidade se propagasse entre os investidores. Quem soube primeiro pôde decidir primeiro o que fazer para se beneficiar da notícia.
Como tem acontecido com tudo que envolve a Petrobras recentemente, o anúncio não poderia ser mais atravessado. Por exemplo, uma hora depois da divulgação da renúncia, ninguém sabia informar quem seriam os 5 diretores que se juntaram a Graça Foster na saída. E ainda assim, as ações da estatal dispararam – sinal de que, quanto mais real for a troca de comando na companhia, melhor.
Junto com a renúncia, a Petrobras avisou que vai reunir o conselho administrativo na próxima sexta-feira (6/2) para a indicação e aprovação da nova diretoria. É de se pensar que Dilma e seu escudeiro Levy já tenham convencido alguém a assumir a presidência da estatal. Assim como foi para o novo ministro da Fazenda, há espinhos mas também poderão haver muitos louros para o "herói às avessas” que conseguir revirar o declínio da petrolífera.
E as perguntas tomam conta da sala: quem será o novo comandante da maior empresa do Brasil? ou será “uma” comandante? Na escolha de Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda, a força das especulações estava em nomes específicos, cotados para assumir a cadeira espinhosa de Guido Mantega. A surpresa com a chegada de Levy chocou e surpreendeu – para o bem.
O foco dos rumores agora é encontrar a “competência”. Quem conseguirá reunir pre-requisitos tão específicos e ao mesmo tempo tão abrangentes. O “sujeito” terá que ser forte o suficiente para “chocar” o mundo financeiro, não adianta agradar só ao mercado brasileiro. Esse choque só virá se ele for reconhecidamente competente em gestão de grandes companhias, com histórico de sucesso.
Se não daí, o tranco tem que vir de uma capacidade de articulação e transito tanto empresarial quanto político. Sem essa “musculatura”, vai ser difícil enfrentar os rojões vindos da esplanada dos ministérios e do Congresso Nacional em Brasília. Afinal, a Petrobras é barganha política há anos e agora querem fechar essa porta? Para dar um impacto considerável na credibilidade da companhia, será preciso sim diminuir as alianças da estatal com o governo. Até porque, a Petrobras não é do governo, ou de “um” governo. Ela é do Estado brasileiro e o governo de plantão ganha o poder de geri-la mas não de toma-la para si.
A lista de nomes que circulam nesse segundo dia de especulações inclui todo tipo de candidato:
- Rodolfo Landim: ex-diretor da Petrobras, técnico competente e apartidário, com trânsito internacional
- Roger Agnelli: ex-presdiente da Vale, articulado politicamente mas desafeto conhecido da presidente Dilma Rousseff
- Henrique Meirelles: curinga das crises, o ex-BC aparece em todas as listas de “heróis-nacionais”. Seu nome surge mais como uma dívida do ex-presidente Lula ao seu companheiro de governo, para recolocar Meirelles no cenário político do país.
- Murilo Ferreira: atual presidente da Vale, com uma gestão aprovada pelo mercado.
- Eduarda La Rocque: ex-secretaria da Fazenda do município do Rio de Janeiro e muito próxima ao ministro Joaquim Levy
Há outros executivos, até de quem comanda empresas do setor alimentício. O que vai realmente agradar é o nome que “vestir” melhor a capa das competências exigidas para dar conta do imbróglio da petrolífera. Capa forte o suficiente para protege-lo, inclusive, dos ataques jurídicos inevitáveis para quem assumir as contas de uma empresa vítima da corrupção. 
Graça Foster e mais cinco diretores renunciam a cargos na Petrobras
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, e outros cinco diretores da petroleira renunciaram ao cargo, segundo comunicado da estatal nesta quarta-feira (4). A empresa não confirmou os nomes dos executivos que deixam a diretoria, composta por sete pessoas.
Segundo a assessoria de imprensa da estatal, no entanto, o diretor de Governança João Adalberto Elek, que tomou posse no mês passado, é um dos dois que permanecerão.
Os novos ocupantes dos cargos na diretoria serão eleitos em reunião do Conselho de Administração que será realizada na sexta-feira (6), informou a empresa.

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