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» » CPI do HSBC ouve jornalistas sobre Swissleaks e convida Cardozo

Comissão começou nesta quinta a ouvir as primeiras testemunhas.
Colegiado quer ouvir ministro da Justiça sobre atuação do governo no caso.

Na primeira sessão reservada a ouvir depoimentos de testemunhas, os senadores que integram a CPI do HSBC ouviram nesta quinta-feira (26) os jornalistas Fernando Rodrigues, do Portal Uol, e Chico Otávio, do jornal “O Globo”, autores das reportagens que revelaram detalhes da participação de 8.677 brasileiros no escândalo do "Swissleaks", como ficou conhecido o vazamento de dados bancários de clientes de uma agência do HSBC na Suíça. A comissão também aprovou nesta quinta convite para ouvir o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre a atuação do governo federal para esclarecer o caso.

O requerimento que propôs o convite para o titular da Justiça foi apresentado pelo relator da comissão, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). Por se tratar de convite, Cardozo não é obrigado a comparecer à CPI.

Vice-presidente do colegiado, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) sugeriu que os parlamentares ouçam, na mesma data do depoimento do ministro da Justiça, o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid. Ainda não há data para a audiência.

Membro do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos que revelou o envolvimento de políticos, artistas, atletas, empresários e celebridades no esquema de fraude fiscal, Rodrigues disse aos parlamentares que a análise dos dados vazados sobre correntistas da agência do HSBC em Genebra permitirá à comissão desvendar a forma de operação dos paraísos fiscais. O jornalista sugeriu que o colegiado não fique restrito a investigar apenas os nomes que constam da lista divulgada pela imprensa, mas investigue também o envolvimento de instituições no caso.

Fernando Rodrigues e Chico Otávio afirmaram à CPI que, dos aproximadamente 140 nomes divulgados pelas reportagens conjuntas do jornal “O Globo” e do portal UOL , apenas quatro comprovaram a legalidade das contas e apresentaram documentos ao Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos. Os dois repórteres ressalvaram, no entanto, que não há, até o momento, nenhum indício de ilegalidade na abertura das contas no banco.

Todos os outros nomes citados nas reportagens, segundo os jornalistas, negaram ter contas no país europeu, negaram ter utilizado as contas para fraudes fiscais ou apenas disseram que declararam as contas à Receita Federal do Brasil, mas não apresentaram documentos que comprovam a legalidade das operações bancárias. Leia mais

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