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» » Mudança no PIB não altera baixa capacidade de crescimento do Brasil

No ambiente atual, qualquer mudança gera desconfiança. O IBGE acaba de divulgar os números sobre o PIB depois da revisão na metodologia de cálculo adotada pelo instituto. As mudanças (veja na reportagem do G1) provocaram alta na média dos resultados registrados entre 2000 e 2011 – de 3,5% para 3,7%. Em alguns anos, a alta chama mais atenção, como em 2011, que o PIB saiu de 2,7% para 3,9%!
Antes de “melhorar” os números, a alteração no método melhora a qualidade do cálculo. O PIB brasileiro ficou mais moderno, sendo mais realista na consideração dos pesos e medidas de tudo que é produzido no país. Isso não é ruim, não. Ao contrário, é um avanço. Um exemplo é a leitura sobre o que é gasto e o que é investimento na área de exploração mineral. Gastos não entram na conta do PIB, investimentos sim. Isso não significa que mudaram para “beneficiar” o resultado, significa que mudaram para “aprimorar” a leitura sobre a dinâmica da economia.
Porém, o PIB não é tudo na economia. Ele mostra a geração de riqueza do país num determinado período. Mas em que ambiente isso se dá? Sob quais condições? Será que ele conseguiu atender à toda demanda dos consumidores? Se a oferta foi menor, mesmo com o resultado do PIB mais alto, foi criada uma distorção grave: a inflação. Veja o exemplo de 2010, quando tivemos um PIB de 7,5%.
Aquele PIB “chinês” fica lindo numa campanha política, mas ele fez mais pelo desequilíbrio que pelo desenvolvimento. Tanto assim que a inflação engatou numa alta e nunca mais desceu. Por que? Porque o país não tinha eficiência suficiente para atender a todos sem cobrar mais caro, sem desequilibrar as forças da economia. Se a oferta é pouca, o preço sobe. 
Dito isto, vamos ao que interessa. O IBGE conseguiu apenas aperfeiçoar a pesquisa, não fez nada pela qualidade e pela capacidade de crescer do Brasil. Olhando para “dentro” do PIB é que enxergamos a realidade da sua eficiência (ou ineficiência), da distribuição de renda, do desempenho dos setores, da evolução do investimento, do peso do estado, do avanço do consumo das famílias, das fontes de renda, etc" Leia mais

Em 2011, PIB da nova série cresceu 3,9%, diz IBGE

Em 2011, a economia brasileira cresceu 3,9%. Em valores correntes, chegou a R$ 4,375 trilhões, conforme aponta a nova atualização do Sistema de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quarta-feira (11).
Antes da revisão, o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) havia sido de 2,7%.
Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, a diferença dos resultados de 2011 se deve não só às mudanças metodológicas, mas também está ligada ao fato de que os dados anteriores de 2011 eram preliminares, segundo ela, calculado quando algumas fontes de dados ainda não estavam disponíveis. "Está misturado o efeito, que é o efeito de você ter feito as contas de modo preliminar", afirmou.
O PIB per capita também sofreu alteração. Na série anterior, o valor em 2011 era de R$ 20.988. Com a atualização, subiu para R$ 22.162." Leia mais

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