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» » SwissLeaks: Banqueiros, nomes da mídia e da siderurgia estão na mira da receita

Brasileiros com contas no HSBC da Suíça utilizavam empresas em paraísos fiscais.

Brasileiros do mercado financeiro, da mídia, da siderurgia e de outros ramos estão na mira da Receita Federal. Um levantamento feito pelo jornal O Globo em parceria com oUol mostra um ranking dos brasileiros com contas milionárias na Suíça, em 2006 e 2007, por intermédio deempresas em paraísos fiscais, como Panamá e Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe. Essas empresas, conhecidas como offshores, aponta a reportagem, são usadas principalmente por quem quer pagar menos impostos. Elas podem servir a propósitos ilícitos, mas não caracterizam irregularidade desde que o envio e retorno de capital seja declarado.

O grupo de correntistas com maiores saldos será um dos principais alvos da investigação da Receita, que pretende descobrir se houve sonegação de impostos para recuperar esses valores. Entre os nomes, aparecem os da família de Benjamin Steinbruch, da Companhia Siderúrgica Nacional, o do bilionário André Esteves, do banco BTG Pacutal, assim como outros ex-gestores do banco, e também Aloysio de Andrade Faria, do Grupo Alfa.

O levantamento aponta os nomes ligados a depósitos acima dos US$ 50 milhões, de acordo com as planilhas divulgadas pelo ex-funcionário do HSBC, Hervé Falciani. Os 14 depósitos totalizam US$ 2 bilhões, movimentados a partir de 68 ofsshores, mais de um quarto dos US$ 7 bilhões que brasileiros possuíam na filial suíça do banco.

No topo do ranking dos milionários, informa O Globo, aparecem integrantes da família Steinbruch. Sete deles chegaram a ter, ao todo, US$ 543,8 milhões em 2006 e 2007, a maior parte em contas compartilhadas. O empresário Jacks Rabinovitch, que foi sócio dos Steinbruch no Grupo Vicunha e na CSN, tinha US$ 228 milhões em contas conjuntas com a família. Os Steinbruch tinham 15 empresas relacionadas as suas contas nas planilhas. Cinco delas tinham o endereço principal em Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A família destacou ao O Globo que todos os ativos no exterior têm finalidades licitas e estão de acordo com a lei.

Em segundo lugar, aparece o empresário Elie Douer, com US$ 270 milhões, associado a oito offshores -- Constantinopla, Darksky Foundation e Fastwind.

O empresário de São Paulo, Alberto Harari, tinha US$ 113 milhões e 24 offshores ligadas a seu nome. De acordo com o jornal carioca, Harari é ligado à indústria têxtil e de produtos químicos e teve negócios com o banqueiro Edmundo Safdie. Harari informou em e-mail ao jornal que seus recursos foram devidamente declarados a Receita e informados ao Banco Central. 

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