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» » Vaccari depõe nesta quinta na CPI com garantia de que poderá ficar calado

Assessoria do PT afirmou, porém, que ele pretende responder a perguntas.
Tesoureiro é suspeito de recolher propina na Petrobras para abastecer partido.


Após obter no Supremo Tribunal Federal (STF) garantia de que poderá mentir ou ficar calado, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, depõe nesta quinta-feira (9) na CPI da Petrobras. Ele é suspeito de recolher propina de contratos da Petrobras para abastecer o caixa do partido.

Nesta quarta (8), o ministro Teorizi Zavascki, relator de inquéritos da Operação Lava Jato no STF, autorizou o petista a comparecer à comissão na condição de acusado, e não de testemunha. Na prática, isso significa que ele fica desobrigado de falar a verdade, poderá ficar calado durante a sessão, além de não poder ser forçado a confessar algum crime.

A assessoria de Finanças do PT, informou, no entanto, que ele pretende responder a todos os questionamentos feitos pelos deputados da comissão. Conforme as regras da CPI, o primeiro a fazer perguntas ao depoente será o relator do colegiado, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). Em seguida, integrantes da CPI e líderes partidários poderão se manifestar e trazer novos questionamentos.
Tesoureiro do PT desde 2010, Vaccari é réu em ação penal aberta em março pela Justiça Federal do Paraná, sob a acusação de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo delatores da Operação Lava Jato, ele intermediou para o PT doações oriundas de propina cobrada de contratos entre fornecedores e a Petrobras. Vaccari e o PT negam, e afirmam que todas as doações ao partido são legais.

O depoimento do tesoureiro foi marcado na semana passada, em dia definido pelo vice-presidente da CPI, Antonio Imbassahy (PSDB-BA), e confirmado posteriormente pelo presidente da comissão Hugo Motta (PMDB-PB).

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