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» » Collor se diz 'humilhado' e afirma que Lava Jato 'extrapolou' limites


Mesa diretora do Senado ressaltou em nota que operação beira 'intimidação'.


PGR disse que Rodrigo Janot não se manifestará sobre declarações de Collor.
Investigado pela Procuradoria Geral da República, o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello afirmou nesta terça-feira (14), na tribuna do Senado, que a nova fase da Operação Lava Jato, que cumpriu mandados de busca e apreensão nas suas casas em Brasília e Maceió, foi truculenta e "extrapolou" todos os limites do estado democrático de direito e da legalidade. Já o Senado, em reação à entrada de policiais em apartamentos funcionais de senadores, disse que a medida "beira à intimidação".

"Hoje fui submetido a um atroz constrangimento pessoal. Fui humilhado. Depois de tudo por que passei, tive que enfrentar situação jamais por mim experimentada. Por tudo o que se passou comigo na minha trajetória política. Extremo desgaste emocional, mental e físico, juntamente com minha família. Portanto, constrangido fui, humilhado também fui, mas podem ter certeza, senhor presidente, que, intimidado, eu jamais serei”, discursou Collor no Senado.

Com mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), agentes da PF foram, além das casas de Collor, nas residências do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), em Brasília, na do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), na Bahia, e na do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE). Também foi realizada busca e apreensão na casa do ex-deputado João Pizzolati (PP) e na casa da ex-mulher dele, em Santa Catarina. Leia mais

Em balanço parcial, PF divulga apreensão de 8 carros em operação

Operação desta terça tem 53 mandados e é desdobramento da Lava Jato.
Segundo Polícia Federal, só nesta terça foram apreendidos R$ 4 milhões.




A Polícia Federal divulgou balanço parcial nesta terça-feira (14) que informa terem sido apreendidos na Operação Politeia 8 veículos, 2 obras de arte, jóias, relógios, HD's, mídias, documentos e dinheiro.

As buscas ocorreram no Distrito Federal (12), Bahia (11), Pernambuco (8), Alagoas (7), Santa Catarina (5), Rio de Janeiro (5) e São Paulo (5). A Operação Politeia, deflagrada na manhã desta terça pela Polícia Federal, executou mandados de busca e apreensão na residência de políticos suspeitos de envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.

Os agentes da PF foram às casas dos senadores Fernando Collor (PTB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI), do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), e do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE). Também foi realizada busca e apreensão na casa do ex-deputado João Pizzolati (PP) e na casa da ex-mulher dele, em Santa Catarina.

Segundo a PF, ao todo foram apreendidos em dinheiro R$ 4.028.4775, US$ 45.644 e €$ 24.550. Conforme informou o Blog do Matheus Leitão, só em uma das apreensões, em uma empresa em São Paulo, foram apreendidos R$ 3,67 milhões em espécie. Dos oito veículos apreendidos, cinco são de luxo.

Na casa do senador Fernando Collor, a Polícia Federal (PF) apreendeu três veículos de luxo: uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini.

A Ferrari apreendida na Casa da Dinda, propriedade de Collor que foi usada como residência oficial da Presidência na época em que ele comandou o Palácio do Planalto, é o modelo 458 Italia, cuja edição 2015 custa R$ 1,95 milhão.

A Lamborguini apreendida é o modelo Aventador LP 700-4 Roadster, avaliado em R$ 3,9 milhões para o ano 2014. No no plenário do Senado, Collor afirmou que a nova fase da Operação Lava Jato, "extrapolou" todos os limites do estado democrático de direito e da legalidade. Veja mais

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