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» » Exclusivo: as provas que Ricardo Pessoa entregou à Justiça

Depois de revelar, em sua edição passada, o conteúdo dos depoimentos do dono da UTC aos investigadores da Lava Jato, VEJA desta semana apresenta os documentos e planilhas em que o empreiteiro registrava as transações do petrolão

O engenheiro Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, é famoso por sua grande capacidade de organização - característica imprescindível para alguém que exercia uma função vital no chamado "clube do bilhão". Ele foi apontado pelos investigadores como o chefe do grupo que durante a última década operou o maior esquema de desvio de dinheiro público da história do país. 
O empreiteiro entregou à Justiça dezenas de planilhas com movimentações financeiras, manuscritos de reuniões e agendas que fazem do seu acordo de delação um dos mais contundentes e importantes da Operação Lava-Jato. 

O material constitui um verdadeiro inventário da corrupção. Em uma série de depoimentos aos investigadores do Ministério Público, Pessoa detalhou o que fez, viu e ouviu como personagem central do escândalo da Petrobras. Na sequência, apresentou os documentos que, segundo ele, provam tudo o que disse.

VEJA teve acesso ao arquivo do empreiteiro. Um dos alvos é a campanha de Dilma de 2014 e seu tesoureiro, Edinho Silva, o atual ministro da Comunicação Social. Segundo o delator, ele doou 7,5 milhões de reais à campanha depois de ser convencido por Edinho Silva. 

"O senhor tem obras no governo e na Petrobras, então o senhor tem que contribuir. O senhor quer continuar tendo?", disse o tesoureiro em uma reunião. O empreiteiro contou que não interpretou como ameaça, mas como uma "persuasão bastante elegante". Na dúvida, "para evitar entraves" nos seus negócios com a Petrobras, decidiu colaborar para que o "sistema vigente" continuasse funcionando - um achaque educado.

 Mas há outro complicador para Edinho: quem apareceu em nome dele para fechar os detalhes da "doação", segundo Pessoa, foi Manoel de Araujo Sobrinho, o atual chefe de gabinete do ministro. Em plena atividade eleitoral, Manoel se apresentava aos empresários como funcionário da Presidência da República. Era outro recado elegante para que o alvo da "persuasão" soubesse com quem realmente estava falando.Fonte

José Dirceu pede ao Supremo acesso à delação de Ricardo Pessoa


Pedido foi feito devido a citações sobre ex-ministro em reportagem.
Segundo revista, empreiteiro disse que deu dinheiro da Petrobras a Dirceu.


Os advogados do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu pediram nesta sexta-feira (3) ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso aos depoimentos dados pelo empreiteiro Ricardo Pessoa em seu acordo de delação premiada.

Segundo reportagem publicada pela revista “Veja” no último fim de semana, Pessoa afirmou, em seu acordo de colaboração com a Justiça, que sua construtora, a UTC Engenharia, teria pago R$ 3,2 milhões a uma empresa de consultoria de Dirceu por serviços não prestados.

No pedido protocolado nesta sexta-feira (3), a defesa de Dirceu argumenta que tem interesse em conhecer as peças pelo fato de o nome do ex-ministro ter sido citado em notícias sobre o escândalo de corrupção da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato.Segundo a reportagem de "Veja", o objetivo do pagamento da UTC à empresa de Dirceu seria evitar problemas para fechar contratos com a Petrobras. O dinheiro, oriundo de desvios da própria estatal, serviria para pagar “despesas pessoais” e advogados de Dirceu. Ainda segundo a revista, parte dos recursos teriam sido depositados enquanto o ex-ministro cumpria pena de prisão pelo mensalão.
A defesa do ex-ministro sustenta que os serviços da JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, foram efetivamente prestados para as empreiteiras que os contrataram, especialmente para a abertura de mercados em países latino-americanos.

Em nota publicada na última terça-feira (30) no blog de Dirceu, o advogado do ex-ministro, Roberto Podval, afirmou que ele “não teve qualquer influência” na indicação do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, preso e investigado por supostamente operar o desvio de verbas da estatal para pagamento de propina ao PT. Leia mais

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