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» » Sérgio Moro revoga prisão preventiva de executivo ligado à Odebrecht

Decisão desta segunda-feira (19) beneficia César Ramos Rocha.
Ele deve cumprir medidas cautelares para permanecer em liberdade.

O juiz Sérgio Moro revogou a prisão preventiva de César Rocha, executivo ligado à Odebrecht, nesta segunda-feira (19). Segundo o despacho, a decisão é uma extensão do benefício já concedido a Alexandrino Alencar após liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki.
Segundo Moro, César Rocha, que já deixou as atividades que exercia na Odebrecht, deve ser submetido a medidas cautelares como comparecimento mensal à Justiça e a atos do processo, proibição de manter contato com outros investigados, e proibição de deixar o país.
Mais cedo, César Rocha havia se tornado réu em mais um processo da Operação Lava Jato, por corrupção ativa. Ele responde por corrupção ativa em ação que analisa possíveis irregularidades em oito contratos firmados pela Odebrecht com a Petrobras. Este é o segundo processo a que Rocha responde no âmbito da operação.
Ao receber a denúncia, Sérgio Moro rejeitou pedido de nova prisão preventiva para César Rocha, ao contrário do que estabeleceu para outros réus ligados à empreiteira. Na ocasião, o juiz também havia relacionado a decisão à liminar de Zavascki que soltou Alexandrino Alencar na sexta-feira (16).
O ministro avaliou que, assim como já ocorreu com outros executivos investigados na Lava Jato, a medida extrema (prisão) não se demonstra indispensável, podendo substituída por medidas alternativas. >>>Leia mais

Justiça aceita nova denúncia contra Marcelo Odebrecht e ex-executivos

Além deles, Moro aceitou denúncia contra Pedro Barusco e Renato Duque.
Propina em contratos entre Petrobras e a empresa chegaria a R$ 137 milhões.


O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta segunda-feira (19) mais uma denúncia contra o presidente da holding Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e mais três ex-executivos ligados à empresa.

Esta fase da investigação do Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Lava Jatoaponta irregularidades em oito contratos firmados pela empreiteira com a Petrobras.

Moro também aceitou a denúncia contra Pedro José Barusco Filho, ex-gerente de Serviços da Petrobras, e Renato de Souza Duque, ex- diretor de Serviços da estatal.

Eles se tornam réus em mais uma ação da Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras.

Os executivos da Odebrecht já são réus emoutro processo da operação.

Veja a lista de denunciados e os crimes
- Marcelo Odebrecht: corrupção ativa
- Márcio Faria: corrupção ativa
- Rogério Araújo: corrupção ativa
- César Rocha: corrupção ativa
- Pedro Barusco: corrupção passiva
- Renato Duque: corrupção passiva

Com exceção de Barusco, todos estão presos desde junho deste ano, quando foi deflagrada a 14ª fase da Lava Jato.

Defesa
Em nota, a Odebrecht afirmou que "as defesas do executivo e dos ex-executivos da Odebrecht se pronunciarão na Justiça".

Disse ainda que "chama atenção" o fato da nova denúncia ter sido aceita pela Justiça "horas após o Supremo Tribunal Federal conceder habeas corpus a um dos ex-executivos da empresa – e sem que tenham sido apresentados fatos novos em relação à denúncia anterior". (veja a íntegra da nota no fim da reportagem)

O MPF denunciou o grupo na sexta-feira (16). Conforme o órgão, as propinas envolvidas nos contratos entre a empresa e a Petrobras chegam a R$ 137 milhões. Click Leia mais

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