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» » » Porto Marinho grita contra a UHE (Usina Hidrelétrica de Itaocara

Centenas de manifestantes participaram de um ato contra a UHE Itaocara I na tarde desta terça-feira, dia 17. A manifestação pacífica foi organizada pelos moradores que serão diretamente afetados pela construção da UHE Itaocara, principalmente os que residem em Porto Marinho, e contou com o forte apoio do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), da Colônia de Pescadores de São Fidélis e de outras associações e movimentos.
Segundo organizadores, a manifestação chegou a reunir cerca de 300 manifestantes durante o auge. O grupo se concentrou por volta das 14h no Porto das Barcas, em Aperibé, e seguiu em direção à Itaocara, onde percorreram algumas ruas do Centro antes de continuarem a passeata rumo à sede do Consórcio UHE Itaocara I, no bairro Jardim da Aldeia.

Por conta da manifestação, a Ponte Ary Parreiras, única ligação das cidades de Itaocara e Aperibé, foi interditada em ambos sentidos, o que gerou um congestionamento, principalmente em Itaocara sentido Aperibé. Já no Centro da cidade, setores ROMU e Alfa, além do Comando da Guarda Civil Municipal de Itaocara tentavam controlar o trânsito, que ficou caótico por conta do congestionamento na São José e das interdições na Avenida Presidente Sodré e as Ruas Marechal Floriano Peixoto e Coronel Pita de Castro, justamente as mais movimentadas de Itaocara.

   A Guarda Civil Municipal, juntamente com a Polícia Militar, deu total suporte ao ato, garantindo o direito da população se manifestar de forma pacífica e ordeira.

 
Durante a passeata, os manifestantes fizeram uma parada em frente a Prefeitura Municipal de Itaocara, e queriam conversar com o Prefeito, mas eles não tiveram êxito pois o Gelsimar estava viajando.

De acordo com Davi Honório, Presidente da União dos Atingidos por Barragens - UNAB, o município de Itaocara não possui uma infraestrutura suficiente para suportar os impactos do empreendimento. Davi citou o Hospital de Itaocara, que encontra-se sobrecarregado, além do possível aumento da criminalidade. Ainda segundo Davi, além de Itaocara, os demais municípios precisam ser reestruturados antes da obras começarem. 
Fotos By Eduardo Bairral e Seylor Ornellas
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