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» » Exclusivo: Agência ligada ao PT e mulher de Fernando Pimentel faziam lobby no BNDES, diz PF

Documentos apreendidos pela operação Acrônimo revelam intermediação de negócios junto ao banco estatal e pagamentos de viagens do governador Fernando Pimentel por empresário

Relatório sigiloso da Polícia Federal obtido por ÉPOCA afirma que a agência de publicidade Pepper , ligado ao PT, e a mulher do atual governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), Carolina Oliveira, faziam lobby junto ao governo federal e ao BNDES,justamente no período em que o petista era o presidente do conselho de administração do banco.

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O grupo é investigado por lavagem de dinheiro na operação Acrônimo, que realizou a quarta fase na última quarta-feira. Ao pedir uma série de buscas e apreensões, a PF apresentou ao Superior Tribunal de Justiça diversas provas de lobby no BNDES, incluindo e-mails de Danielle Fonteles, dona da agência Pepper, que recebeu R$15 milhões por serviços de comunicação prestados ao PT, e que é amiga pessoal do casal Pimentel.

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“No transcorrer da investigação, constatou-se que a Pepper/Danielle atuava não apenas como empresária da comunicação, mas também por meio de Carolina Oliveira, era uma espécie de intermediária entre empresas privadas interessadas em obter benefícios junto ao governo e a Fernando Pimentel”, diz a PF.

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Um exemplo utilizado pela PF para retratar como Danielleintermediava negócios de empresas privadas com o governo são e-mails impressos apreendidos na casa da dona da agência Pepper. Na troca de correspondências eletrônicas, datadas em setembro de 2011, a empresária Marta Rocha, da Atitude Brasil, especializada em comunicação social, cultural e ambiental, pede a ajuda de Danielle para viabilizar um negócio junto ao então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel. Marta queria que Danielle fizesse lobby para o BNDES, subordinado ao MDIC, contratar a consultaria do prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus, do Grameen Bank, que se popularizou como o “banco dos pobres” na Índia por oferecer microcrédito para clientes de baixa renda. "Dany, como combinado ao telefone gostaria de montar uma parceria com você para que pudesse nos ajudar na articulação com a participação do governo em dois dos nossos projetos. Tenho certeza que ambos são de interesse do próprio Ministro Fernando Pimentel (a articulação com Dilma/governo)...”, diz o e-mail do dia 1º de setembro, enviado por Marta às 16h22.

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Quatro dias depois, Danielle responde a Marta e diz no meio da mensagem: “Copio a Carol para que ela nos ajude na questão da aproximação do Prof Yunus com o BNDES. Essa semana eles viajam para a Colômbia, mas semana que vem a gente vê se existe a possibilidade dela, Carol, te receber juntamente com o Ministro", diz o e-mail. Carol é Carolina Oliveira, atual mulher de Pimentel. Em 2011, na época dos fatos, ela era assessora de imprensa do BNDES e mantinha relacionamento bem próximo com Pimentel. A ligação entre Carolina e Danielle não se resume apenas a uma amizade. As duas fizeram negócios juntas. Já fora do banco estatal, Carolina recebeu por meio de sua consultoria, a Oli Comunicação, R$ 300 mil da Pepper, entre 2012 e 2014, por supostos serviços de marketing digital. “O papel de Danielle Fonteles vai além do papel de uma empresária na área de comunicação, pois ela aparece como uma intermediária dos interesses de empresas privadas, brasileiras e estrangeiras, junto ao governo federal. Para tal atividade, ela conta com a participação direta de Carolina de Oliveira, mulher de Pimentel”, diz a PF. >>>>FONTE

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