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» » Ministro do STF rejeitou pedido para busca e apreensão na casa de Renan

Solicitação da PGR foi feita junto com outros 53 pedidos para fazer buscas.
Nesta terça (15), PF apreendeu documentos nas casa de Eduardo Cunha.

Em meio aos mais de 50 pedidos de busca e apreensão solicitados ao Supremo Tribunal Federal (STF) na nova fase da Operação Lava Jato, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também encaminhou ao ministro Teori Zavascki uma solicitação para entrar na casa do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). No entanto, o magistrado da Suprema Corte negou autorização para a Polícia Federal (PF) apreender documentos e outras provas na residência de Renan.

Relator dos processos da Lava Jato no STF, Teori Zavascki deu aval para a PF cumprir 53 mandados de busca e apreensão em residências e de políticos e outras pessoas suspeitas de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. A ação, batizada de Catilinárias, faz parte das investigações da Operação Lava Jato.

O STF ainda não divulgou os motivos alegados pelo relator do caso para rejeitar a busca na casa do presidente do Senado.

Renan Calheiros é alvo de cinco inquérito da Lava Jato. Um dos delatores do esquema de corrupção que atuava na estatal do petróleo, o lobista Fernando Soares, conhecido Fernando Baiano, afirmou em um de seus depoimentos ao Ministério Público Federal que houve um acordo entre o presidente do Senado, o ex-líder do governo na Casa Delcídio do Amaral (PT-MS), o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-ministro Silas Rondeau – filiado ao PMDB – para dividir entre si suborno de US$ 6 milhões pago por meio de um contrato da Petrobras para alugar navios-sonda.

Na última quarta-feira (9), Teori Zavascki atendeu ao pedido da PGR e prorrogou o prazo dos inquéritos sobre oito políticos investigados na Lava Jato, incluindo um Renan Calheiros e o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE). O parlamentar do Ceará foi alvo de busca e apreensão no desdobramento da operação deflagrado nesta terça.

O presidente do Senado tem reiterado nos últimos meses que suas relações com as empresas públicas "nunca ultrapassaram os limites institucionais" e que "nunca autorizou, credenciou ou consentiu" que seu nome fosse utilizado por terceiros. >>>>FONTE

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