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» » Conta de luz vai cair, na média, 3% em SP e 2,5% no RJ; veja simulações

Bandeira vermelha passa de R$ 4,50 para R$ 3 em fevereiro, decide Aneel.
Simulações mostram impacto do desconto nas tarifas da Eletropaulo e Light.

A conta de luz vai ficar um pouco mais barata – ou um pouco menos cara – em fevereiro, após a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de reduzir a bandeira vermelha (adicional cobrado na tarifa que varia de acordo com o maior ou menor uso das termelétricas) de R$ 4,50 para R$ 3 a cada 100 killowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

CONTA DE LUZ EM SÃO PAULO
Simulação para consumo de 200kWh e 500kWh
BandeiraVermelha de R$ 4,50Vermelha de R$ 3ReduçãoFatura para 200kWh R$ 147,09 R$ 142,80 R$ 4,29
(-2,91%)
Fatura para 500kWh R$ 353,85 R$ 343,10 R$ 10,75 (-3,03%)
Fonte: Eletropaulo


O percentual de desconto vai variar de acordo com o consumo do cliente e com a concessionária.

Nas tarifas residenciais dos clientes da Eletropaulo, em São Paulo, e da Light, no Rio de Janeiro, a redução será, na média, de 3% e de 2,5%, respectivamente, segundo informam as empresas.

Simulação feita pela Eletropaulo a pedido do G1considerou cenários de consumo mensal de 200kWh e 500kWh. No primeiro exemplo, a fatura será reduzida de R$ 147,09 para R$ 142,80 com a entrada em vigor da nova bandeira. Ou seja, uma diferença de R$ 4,29 ou de 3%. Já para um padrão de consumo mensal de 500kWh, a economia será de R$ 10,75, com a conta de luz caindo de R$ 353,85 para R$ 343,10.

A Eletropaulo atende mais de 6 milhões de unidades consumidoras na região metropolitana da capital paulista.

CONTA DE LUZ NO RIO DE JANEIRO
Simulação para consumo de 200kWh e 500kWh
BandeiraVermelha de R$ 4,50Vermelha de R$ 3ReduçãoFatura para 200kWh R$ 159,81 R$ 155,89 R$ 3,92
(-2,46%)
Fatura para 500kWh R$ 466,18 R$ 454,74 R$ 11,44 (-2,45%)
Fonte: Light


A simulação feita pela Light ao G1 também considerou os cenários de consumo mensal de 500 kwh e 200kWh – média para clientes residenciais da concessionária, que distribui energia para 31 municípios do Rio de Janeiro, nas regiões metropolitana, Baixada Fluminense e Vale do Paraíba.

Para um consumo de 200 kWh, a tarifa cairá de R$ 159,81 para R$ 155,89. Ou seja, uma redução de R$ 3,92 ou de 2,46%. Já para clientes residenciais com consumo de 500kWh, a fatura passa de R$ 466,18 para R$ 454,74, proporcionando uma economia de R$ 11,44 ou de 2,45%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a conta de luz do consumidor brasileiro ficou, em média, 51% maior em 2015, na comparação com o ano anterior. O Banco Central estima que, mesmo após forte alta em 2015, o preço da energia elétrica deverá ter reajuste de 3,7% em 2016. >>>CLICK E LEIA MAIS


 A CONTRADIÇÃO


Usinas do Sudeste e Centro-Oeste têm melhor janeiro desde 2012


Reservatórios chegaram ao fim do mês com nível acima dos 40%.
Armazenamento ao final de fevereiro pode chegar 58,6%, prevê ONS.


Depois de quase três anos de seca, que chegou a gerar temores de um novo racionamento no país, a chuva voltou com força ao Sudeste e Centro-Oeste, o que vem permitindo a recuperação dos reservatórios de hidrelétricas.


Essas represas atingiram ao final de janeiro armazenamento médio de água de 43%, informa o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O índice foi registrado no fim do dia 28 de janeiro e deve continuar a subir até o dia 31.

Trata-se do melhor janeiro desde 2012. Para se ter uma ideia, ao final de janeiro de 2015, num dos períodos mais críticos da seca que atingiu as duas regiões, esses reservatórios tinham nível médio de água de 16,8%. Ao final de janeiro de 2014, ele era de 40,28%. No mesmo mês de 2013, 37,46%. E, ao final de janeiro de 2012, 76,23%.

SE e CO respondem por 70% da geração
O Sudeste e o Centro-Oeste concentram as principais hidrelétricas do país, com capacidade para gerar cerca de 70% de toda a eletricidade do país. Por isso a seca que atingiu as duas regiões provocou temores de um novo racionamento, como o que atingiu o Brasil em 2001, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Para poupar água dessas hidrelétricas, o governo acionou termelétricas, usinas que geram energia por meio da queima de combustíveis como óleo e gás. O problema é que essa energia é mais cara e provocou aumento nas contas de luz.

Desde meados de 2015, porém, a melhora nas chuvas no Sudeste e Centro-Oeste vem permitindo o desligamento de algumas termelétricas, mais caras. Com isso, caiu o valor das bandeiras tarifárias cobradas nas contas de luz.

Na sexta (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a redução do patamar da bandeira – de vermelha nível 2 para vermelha nível 1 -, o que fez a cobrança extra passar de R$ 4,50 para R$ 3 a cada 100 kilowatts-hora (kWh) de eletricidade consumidos.

A nova bandeira vale, a princípio, para o mês de fevereiro. Se os reservatórios das hidrelétricas continuarem a encher, existe a expectativa de que a bandeira passe, nos próximos meses, para amarela (R$ 1,50 a cada 100 kWh) ou mesmo para verde (sem cobrança adicional).

Previsão para fevereiro
Na sexta (29), o ONS também divulgou a previsão para a situação dos reservatórios ao final de fevereiro. Para o operador, o volume de água armazenada deve continuar subindo e chegar a 58,6%, na média, em 29 de fevereiro.

Se isso se confirmar, será o melhor fevereiro desde 2012. Na época, os reservatórios das duas regiões marcavam nível médio de 80,13%.

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