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» » Cunha diz que líder do PMDB não pode se tornar 'assessor' do governo

Grupos pró e contra Dilma vão disputar liderança do partido na Câmara.
Para Presidente da Casa, Picciani desuniu bancada do PMDB em 2015.

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quarta-feira (13) que o próximo líder do PMDB na Casa precisa ser alguém capaz de “unir a bancada” e que não seja “assessor” ou “representante” do governo Dilma Rousseff.

Considerado aliado do Palácio do Planalto, o atual líder do partido, deputado Leonardo Picciani(PMDB-MG), deverá disputar a recondução em fevereiro com um indicado, que ainda será definido, da ala da legenda que faz oposição a Dilma.

“Tem que se buscar alguém que reúna a bancada de novo. A liderança do PMDB não pode se transformar num assessor do governo ou alguém que represente o governo. Não pode ser nem de governo nem de oposição. Tem que representar a bancada”, afirmou Eduardo Cunha.
Para o presidente da Câmara, Picciani foi responsável por rachar a bancada do PMDB em 2015. Cunha se distanciou do deputado do Rio de Janeiro na segunda metade deste ano devido à aproximação dele com o governo Dilma. “O que está acontecendo é que a bancada se desuniu. É preciso encontrar alguém que una a bancada. Parece que ele não conseguiu esse ano. Conseguiu, ao contrário, desunir”, disse.

Em dezembro do ano passado, em um movimento patrocinado pelo presidente nacional do partido e vice-presidente da República, Michel Temer, Picciani chegou a ser destituído do cargo pelo deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG), que apresentou uma lista com assinaturas da maioria da bancada. Num contra-ataque e com a intervenção direta do Planalto, Picciani conseguiu reverter e apresentar nova lista que devolveu a ele o comando.

Desde então, o Planalto tem se empenhado na sua permanência no posto. Dilma chegou a oferecer a Secretaria de Aviação Civil para o deputado Mauro Lopes, da bancada mineira do PMDB, na tentativa de angariar os votos dos deputados do estado para Picciani. Oficialmente, ainda não há uma definição se haverá troca no comando da pasta.

Porta-voz do grupo contrário ao governo Dilma Rousseff, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou nesta terça-feira que ofereceu à bancada de Minas Gerais a candidatura à liderança do partido, na tentativa de convencê-la a rejeitar a oferta de comandar a Secretaria de Aviação Civil. Neste caso, o nome mais provável para disputar a eleição com Picciani seria Leonardo Quintão.

"Haverá duas indicações: a do atual líder e a nossa. O Palácio do Planalto está oferecendo um segundo ministério para Minas Gerais. A tinta do palácio está mais fraca, mas tem tinta ainda na caneta. Nosso grupo espera a decisão do PMDB de Minas Gerais para indicar o nome. O PMDB quer um líder, e não um ministério sem avião. O nosso grupo está dizendo 'indiquem o líder'. Será bom para MG e para o PMDB", afirmou Perondi. >>>FONTE

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