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» » Vazamento de dados revela paraísos fiscais de políticos poderosos pelo mundo

Chefes de Estado e políticos de alto escalão estão entre os clientes do escritório Mossack Fonseca, indica a BBC
RIO - Mais de 11 milhões de documentos vazados do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca, armazenados em 2,6 terabytes, revelaram neste domingo como a empresa ajudou clientes poderosos e ricos — inclusive ex-presidentes — a lavar dinheiro, burlar sanções e evitar o pagamento de impostos em paraísos fiscais. A documentação, chamada pela imprensa internacional de “Panama Papers”, foi obtida pelo jornal alemão Suddeustche Zeitung e compartilhada com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), segundo a BBC, que integra o grupo que obteve acesso aos dados.

Segundo o site da emissora britânica e o jornal “The Guardian”, os documentos indicam relação de 72 atuais ou ex-chefes de Estado nos dados, incluindo ditadores, além de sócios e familiares. O Mossack Fonseca afirmou que realiza tais operações há 40 anos e nunca foi acusada por qualquer delito criminal. A BBC não sabe identificar a fonte que repassou os papéis.

“Por 40 anos, o Mossack Fonseca tem operado além de reprimendas em nosso país natal (Panamá) e em outras jurisdições onde temos operações. Nossa empresa nunca foi acusada ou condenada por delitos criminais”, indica o escritório. “Se nós detectamos atividade suspeita ou má conduta, nós rapidamento relatamos às autoridades. De maneira similar, quando as autoridades nos abordam com evidências de possível má conduta, nós sempre cooperamos integralmente com elas”.

CHEFES DE ESTADO

Os dados revelam companhias secretas offshore ligadas a famílias e sócios de Hosni Mubarak, ex-preisdente do Egito; Muammar Khadafi, ex-mandatário da Líbia; e Bashar al-Assad, atual presidente sírio.

Segundo a BBC, também constam nos documentos indícios de um círculo de lavagem de dinheiro que teria movimentado cerca de US$ 2 bilhões de dinheiro de bancos estatais russos pelo banco russo Bank Rossiya. Tal esquema supostamente envolve amigos próximos de Vladimir Putin, presidente da Rússia.

O dinheiro seria repassado através de empresas offshore, duas delas seriam propriedade de um amigo próximo de Putin, o violoncelista Sergei Roldugin, padrinho da filha do presidente. Documentos da empresa de Roldugin, informa a BBC, afirmam que “a empresa é uma tela corporativa estabelecida principalmente para proteger a identidade e confidencialidade do beneficiário final da empresa ".

Os papéis mostram ainda que o primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur Gunnlaugsson, teria participação não declarada em bancos resgatados do país. O premier é acusado de esconder milhões de dólares de investimentos no país através de uma companhia offshore.

Segundo os documentos, Gunnlaugsson e sua mulher compraram a empresa offshore Wintris em 2007, que foi usada para investir milhões de dólares de dinheiro herdado, de acordo com um documento assinado pela esposa Sr. Gunnlaugsson Anna Sigurlaug Pálsdóttir em 2015. >>>FONTE

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