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» » Militares tentam golpe na Turquia e presidente resiste; 17 policiais são mortos na capital

Tentativa de golpe militar na Turquia
-Militares turcos tomaram ruas e pontos estratégicos de Ancara e Istambul nesta sexta-feira, 15, em uma movimentação militar anormal. O governo denunciou um golpe de Estado

Resumo da tentativa de golpe na Turquia até o momento:


Militares tomaram pontos estratégicos de Ancara e Istambul, com caças e soldados e tanques
O governo denunciou uma tentativa de golpe de Estado de uma facção insubordinada do Exército contra o presidente Recep Erdogan
Os militares dizem que conseguiram tomar o poder em nome da "democracia"
Erdogan esteve ao longo do dia com o paradeiro incerto. Conclamou a população a resistir ao golpe e chegou à noite a Istambul
O aeroporto Kemal Atarturk teria sido tomado pelo Exército e os voos para e da Turquia foram cancelados
Houve ataques à sede do Parlamento e da polícia por parte dos golpistas. Segundo o governo turco, 17 pessoas morreram

A população desafiou o toque de recolher e tomou as ruas para protestar contra o golpe. Alguns tentaram parar tanques nas ruas
Lentamente, figuras-chave do governo parecem ter retomado o controle da situação. Parte da polícia da Marinha e do Exército combatem os oficiais golpistas
A comunidade internacional, principalmente EUA e União Europeia condenaram a tentativa de derrubar Erdogan e pediram retorno à normalidade institucional

A comunidade internacional, principalmente EUA e União Europeia condenaram a tentativa de derrubar Erdogan e pediram retorno à normalidade institucional >>>>FONTE

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Veja quem é quem na crise política e militar na Turquia


Tentativa de golpe militar abalou o país na noite desta sexta-feira (15).
Conheça as principais figuras políticas envolvidas no incidente.


A tentativa de golpe militar na Turquia, que teve início no fim da tarde desta sexta-feira (15), no horário de Brasília, gerou horas de tensão em várias regiões do país. O governo negou que o golpe foi bem sucedido e trocou acusações sobre quem estaria por trás da iniciativa de remover do poder o Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP), entre eles o clérigo muçulmano Fethullah Gülen, uma das principais vozes da oposição. Simpatizantes de Gülen negaram seu envolvimento.

Veja abaixo quem é quem na crise política e militar da Turquia.

Muhammed Fethullah Gülen, fundador do Movimento Gülen
Escritor, político e um antigo imã, o clérigo Ferhullah Gülen, de 75 anos, segue uma linha moderada do islamismo, aberta a aceitar conceitos científicos e ao diálogo com outras religiões.


Ele é atualmente a principal voz internacional da oposição ao governo de Recep Tayyip Erdogan, mas, até 2013, era um dos aliados do presidente turco. A aliança entre os dois foi desfeita depois que um escândalo de corrupção atingiu o governo, e Erdogan o acusou de estar por trás das denúncias.

Segundo o presidente, Gülen construiu um "estado paralelo" dentro do governo, com influência em setores políticos, judiciário e policial.

Simpatizantes do Movimento Gülen, também conhecido como Hezmit, palavra que, em turco, significa "serviço", negam que a tentativa de golpe desta sexta tenha as mãos do clérigo. Gülen vive desde 1999 nos Estados Unidos.

Recep Tayyip Erdoğan, presidente da Turquia
Principal figura política turca, Erdogan é presidente do país desde 2014, mas participa do governo desde 2003, quando se tornou primeiro-ministro pelo conservador Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP). Outro cargo de alta visibilidade que ele ocupou foi o de prefeito de Istambul, a principal cidade turca e porta da Europa para o país.

Recentemente, porém, o presidente tem recebido críticas internacionais por restringir liberdades civis e a expressão de vozes da oposição. A repressão se intensificou depois de março de 2014, quando o AKP venceu as eleições parlamentares, um ano depois de se envolver em um escândalo de corrupção.

Em dezembro de 2013, uma operação contra corrupção culminou na prisão de dezenas de pessoas, entre elas os filhos de três ministros de Erdogan e figuras chave do setor financeiro e imobiliário. As acusações incluem o contrabando de ouro para o Irã e o suborno para conseguir funções públicas. Quatro ministros pediram demissão. Um deles, o titular do Ministério do Ambiente, Erdogan Bayraktar, disse que Erdogan, então primeiro-ministro, deveria deixar o cargo, dizendo que ele sabia dos projetos imobiliários em questão.

Depois que Erdogan assumiu a presidênca, uma série de meios de comunicação foram fechados e pessoas que criticaram o governo publicamente têm sido presas e acusadas de traição, e sua tentativa de esmagar a oposição tem contribuído para a instabilidade política, afetada também pelos problemas econômicos e internacionais do país.

O governo também exonerou centenas de policiais em 2014, uma ação que foi, para muitos analistas, fruto da rivalidade entre o partido de influência islâmica de Erdogan e o grupo do líder islâmico. Em março deste ano, a Turquia tomou o controle do jornal "Zaman", ligado a Gülen.

Binali Yıldırım, primeiro-ministro da Turquia
Primeiro-ministro da Turquia desde maio de 2016, Binali Yıldırım participa do governo do AKP desde 2011, quando ocupou o cargo de ministro dos Transportes. Ele também foi membro da Assembleia Nacional da Turquia.

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