Vídeos

URGENTE VEJA



" });

Notícias em Foco

Mundo dos Esportes

Noticias Itaocara e Região

Saúde em Ação

OS ÚNICOS QUEM?

OS ÚNICOS QUEM?
CLICK NA FOTO

Galeria de Fotos

» » RJ vai parcelar em até 7 vezes salário de 38% dos servidores do estado

Pagamento será feito aos poucos, até 5 de dezembro; veja cronograma.
62% dos salários foram todos pagos, só para para segurança e educação.

O Governo do Rio de Janeiro quitou, até a noite desta sexta-feira (11), 62% dos salários de outubro dos servidores – R$ 1,28 bilhão da folha total, de R$ 2,1 bilhões. Segundo informou a GloboNews, todos os ativos e inativos da segurança – oliciais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários – já receberam, assim como os ativos da educação. Os demais ativos, inativos e pensionistas receberão, de forma escalonada, a partir do décimo dia útil, em até sete parcelas (veja o cronograma abaixo).

O estado vai começar a pagar a partir de quarta-feira (16), em sete parcelas até o dia 5 de dezembro: a primeira de R$ 800, aumentando progressivamente até a última R$ 5 mil. Desta forma, o servidor que recebe menos receberá a totalidade de seus vencimentos antes.

Cronograma:
16/11 - aproximadamente R$ 800
21/11 - aproximadamente R$ 200
23/11 - aproximadamente R$ 300
25/11 - aproximadamente R$ 300
29/11 - aproximadamente R$ 1.200
1/12 - aproximadamente R$ 1.000
5/12 - aproximadamente R$ 5.000

Segundo o governo, até quarta-feira, 74% da folha terão sido quitados. "O calendário acima só será cumprido se não houver novos bloqueios das contas do Estado. Os valores são aproximados porque dependem da receita efetiva de tributos que entrará nos próximos dias nas contas estaduais", diz nota enviada pela assessoria de imprensa.

Manifestações
A sexta-feira foi mais um dia de protestos no Centro do Rio. Manifestantes caminharam até o prédio da Assembleia Legislativa, onde houve confusão e detidos.

A Universidade do Estado do Rio (Uerj) fez uma greve de 24 horas. Os estudantes protestam contra o atraso de pagamento de bolsas e a falta de estrutura da universidade. Já os professores e técnicos administrativos reclamam do atraso de salários e da indefinição do pagamento do 13º salário.

Esta semana, a União determinou bloqueios nas contas do Governo do Rio. A decisão, prevista em lei, ocorreu porque o estado não tinha pagado uma dívida com o Tesouro Nacional. O governo declarou que o débito de R$ 310 milhões com a União já foi quitado. A Justiça do Rio também determinou o arresto de mais de R$ 4 milhões por causa de atrasadoss em projetos de assistência social.

O governador Luiz Fernando Pezão pediu uma trégua ao Tesouro Nacional.

"Eu só tinha pedido para gente ter fôlego para pagar o funcionalismo público. Tem que arrestar R$100 milhões, arresta R$ 50 milhões e deixa eu trabalhar com os outros R$ 50 milhões."

Em entrevista à Rádio CBN, Pezão disse que o estado está ficando ingovernável. ''Eu liguei para o presidente Temer e falei presidente: Eu não tenho mais condições. Eu não posso emitir moeda, eu não posso colocar um déficit de R$ 170 bi, eu não posso governar por medida provisória, o estado está ficando ingovernável"

O jornal O Globo publicou nesta sexta-feira que o governador ameaçou pedir intervenção federal no Rio. Durante visita à cidade, também nesta sexta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, comentou o assunto.

"Eles podem pedir, mas a decisão é do presidente da República e a intervenção federal não será decretada no Rio de Janeiro. E o presidente para decretar, ele não decreta apenas se ele tiver ou não vontade. Existem definições constitucionais", afirmou Meirelles.

O Ministro da Fazenda também falou sobre os possíveis caminhos de saída da crise no estado. Um deles, na opinião de Henrique Meirelles, pode vir da exploração do petróleo.

"Existe possibilidade, por exemplo, de que o Rio possa dar como garantias receitas provenientes da exploração do petróleo, os chamados royalties do petróleo".

Em entrevista no Palácio Guanabara, o governador Pezão comentou a proposta.

"Essa é uma operação que nós estamos pedindo há um ano e meio. Eu acho que finalmente então aceitaram a nossa proposta. É para nós realizarmos a travessia desse momento enquanto aprova as nossas medidas", disse Pezão.

«
Next
»
Previous